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Receptores de rádio serão montados em mil formigas...

28 de ago. de 2012

Receptores de rádio serão montados em mil formigas para sondar como elas se comunicam


Não se assuste se você encontrar formigas com pequenos chips nas costas andando por aí.

Mil formigas devem ser equipadas com receptores minúsculos de rádio em um experimento único no mundo para descobrir como elas se comunicam e como andam por dentro de seus ninhos complexos.

O projeto levou três anos de intensas pesquisas dos cientistas da Universidade de York. O local escolhido para o experimento foi uma pequena região em Derbyshire, Inglaterra.

A região contém mais de mil ninhos com até 50 milhões de formigas. Especialistas irão capturá-las com o máximo cuidado e anexar em poucos segundos um receptor de rádio com 1 mm. As formigas capturadas não são adultas, mas os cientistas afirmam que isso não interferirá em seu processo natural ou prejudicá-las de alguma forma.

Quando os receptores forem ligados, os cientistas serão capazes de examinar como as formigas se comunicam umas com as outras em suas colônias que ficam alojadas dentro dos ninhos conectados em uma rede de estradas com múltiplas rainhas.

“Os receptores de rádio irão agir como um código de barras para marcar cada formiga de modo individual. Uma única formiga não é um ser inteligente, mas é parte de um complexo sistema que realiza coisas de modo muito eficaz”, disse Samuel Ellis, biólogo e um dos responsáveis pelo estudo, em entrevista ao britânico DailyMail.

As formigas escolhidas são da espécie Formica lugubris, encontradas no norte do Reino Unido e ao sul do País de Gales. Elas se defendem de predadores injetando ácido fórmico, uma substância com cheiro semelhante ao vinagre e que provoca bolhas quando injetada no ser humano.

Esta espécie possuem rainhas que vivem até 15 anos e são bastante agressivas, defendendo o território com voracidade.


Pesquisadores criaram pele sintética que “sangra” e se autocura

4 de jun. de 2012


A pele de plástico que consegue “sangrar” quando é cortada ou arranhada, foi desenvolvida por cientistas americanos.
O material que se “autocura” poderia ser usado nas mais diversas superfícies, em uma infinidade de produtos que vão desde telefones celulares a carros, afirmam os responsáveis pela invenção.

Quando o plástico é cortado ele muda sua cor, tornando-se vermelho ao longo da linha do dano, imitando o que ocorre com a pele. Ela reage à luz comum, mudanças de temperatura ou acidez, quebrando moléculas para se “curar”.

Os cientistas criadores do projeto contaram como o feito foi possível na reunião anual da American Chemical Society, na Califórnia.

O professor Marek Urban, daUniversity of Southern Mississippi, disse: “A mãe natureza dotou todos os tipos de sistemas biológicos com a capacidade de se reparar”.

“Nosso novo plástico tenta imitar a natureza, emitindo sinais vermelhos quando é danificado e, sem seguida, renovar-se quando exposto a mudanças de luz visível, temperatura ou pH”.

“O material poderia sinalizar danos às estruturas críticas de aeronaves”, disse o professor Urbano em entrevista ao Huffington Post. A equipe do professor está agora trabalhando na incorporação da tecnologia em plásticos que podem suportar altas temperaturas.

O pior vírus já criado foi descoberto

30 de mai. de 2012



Foi descoberto pela Kaspersky Lab um novo vírus que está sendo usado como uma arma cibernética em vários países. A propriedades dele demonstra que seu poderio é superior aos de todas as cyber-ameaças de que se tinha conhecimento até agora. Ele foi descoberto por especialistas da Kaspersky Lab em uma investigação solicitada pela União Internacional das Telecomunicações (UIT).

O vírus, detectado como Worm.Win32.Flame, tem como principal função a espionagem virtual. Possui a capacidade para roubar informações valiosas como o conteúdo e todas as informações sobre os computadores alvos, os arquivos armazenados, os dados dos contatos do usuário e conversas de áudio que sejam feitas daquele computador.

Segundo os especialistas, o vírus – nomeado como “Flame” – já está em atividade há mais de dois anos mas, devido à sua extrema complexidade, nenhum anti-vírus até agora conseguiu identificá-lo.

Sobre como se deu a descoberta do vírus Flame, Eugene Kaspersky, CEO e co-fundador da Kaspersky Lab, disse: “O risco de guerra cibernética tem sido, nos últimos anos, um dos assuntos mais graves no domínio da segurança da informação. O Stuxnet e o Duqu (outros vírus semelhantes) pertenciam a uma única cadeia de ataques, o que levantou preocupações relacionadas com a guerra cibernética no mundo inteiro. O vírus Flame parece ser uma nova fase nesta guerra, e é importante entender que as armas cibernéticas podem facilmente ser usadas contra qualquer país. Neste caso, ao contrário da guerra convencional, os países mais desenvolvidos são realmente os mais vulneráveis”.

Alexander Gostev, Analista Chefe da Kaspersky Lab, também deu seu parecer: “Os resultados preliminares da pesquisa, realizada a pedido urgente da ITU, confirmam a natureza altamente direcionada deste programa malicioso. Um dos fatos mais alarmantes é que este cyber-ataque está atualmente na sua fase ativa, e o seu operador está constantemente a vigiar os sistemas infectados, recolhendo informações e definindo novos sistemas para atingir os seus objetivos desconhecidos”.

A ITU irá usar a rede ITU-IMPACT, composta por 142 países e organizações da indústria da segurança, incluindo a Kaspersky Lab, para alertar os governos e a comunidade técnica para esta ameaça e para acelerar a análise técnica ao vírus.

Pelo que pudemos perceber, não temos ainda como nos defender desse vírus Flame, sendo que nenhum software foi capaz de detectá-lo. O recomendável a fazer nesses casos seria limitar os contatos feitos pela internet, diminuindo a possibilidade de ser infectado dessa maneira, pelo menos até que uma solução mais incisiva venha a surgir como fruto das pesquisas em andamento.

Operadora de TV é processada por função que permite 'pular' comerciais

29 de mai. de 2012

Dish Network é a segunda maior operadora de TV via satélite dos EUA.
Redes de TV entraram com ação por se sentirem prejudicadas pelo recurso.

A batalha entre as operadoras de TV e os canais por telespectadores foi parar nos tribunais dos EUA na quinta-feira (24), quando a DISH Network começou a permitir aos usuários pularem os comerciais com o toque de um botão, algo que as quatro maiores redes de televisão estão lutando com unhas e dentes.

A Dish Network solicitou a um juiz federal de Manhattan para declarar que o recurso chamado “Auto Hop” não viola qualquer direito autoral de propriedade das quatro principais redes de televisão dos EUA: ABC, CBS, Fox e NBC.

Entretanto, conforme o “The New York Times”, os donos da CBS, NBC e Fox registraram uma ação judicial em um tribunal federal da Califórnia para impedir que a Dish transmita seus programas de tal forma que permita aos usuários pularem os comerciais. Com 14 milhões de assinantes, a Dish é a segunda maior operadora de TV via satélite dos EUA, atrás apenas da DirecTV.

Receita prejudicada
As redes de TV estão descontentes com a Dish, que é liderada pelo presidente bilionário Charles Ergen. A operadora quer introduzir o recurso "Auto Hop" para agradar os usuários, mas vai prejudicar a principal fonte de receita das redes: a publicidade.

Na sua ação, a Dish sustentou que o recurso “Auto Hop” permite que os telespectadores avancem rapidamente, mas não exclui os comerciais. A operadora ainda disse que o recurso não altera o sinal de transmissão.

Segundo a Dish, foi necessário recorrer a uma ordem judicial para declarar o recurso legal, pois as redes de TV começaram a considerar entrar com ações judiciais, fizeram críticas públicas contra o “Auto Hop” e começaram a rejeitar anúncios da Dish sobre o recurso.

No seu processo, a Fox alega que a Dish conseguiu apenas uma permissão limitada para retransmitir o seu sinal, e não deveria ser autorizada a vender um produto que permite assistir à TV sem comerciais sem permissão. A Fox também busca indenizações compensatórias por violação de direitos autorais.

Internet 20 vezes mais rápida

27 de mai. de 2012





E o Japão ataca novamente!

Esses dias mesmo, comentei por aqui que no Reino Unido estavam trabalhando em cima de uma internet de 330mbps, agora chega o Japão é solta uma bomba: estão trabalhando em cima de uma internet 20 vezes mais rápida do que a que estamos acostumados.

Pesquisadores no Japão bateram o recorde de transmissão de dados sem fio na faixa de terahertz, uma parte até então inexplorada do espectro eletromagnético.





Mark Zuckerberg está decepcionado com o comportamento dos brasileiros no Facebook

25 de mai. de 2012

O canal de notícias CNN disse que Mark Zuckerberg está triste com o comportamento dos brasileiros na rede social Facebook. “Se por um lado, os brasileiros fazem o Facebook crescer, por outro estragam tudo”, disse.
Os engenheiros do Facebook estavam pensando em permitir a inserção de imagens no formato gifs animados (imagens com movimento), mas Mark impediu a ideia por causa do Brasil. Segundo Mark, se o Facebook abrir espaço para os Gifs, o compartilhamento entre os usuários brasileiros ficará igual ao Orkut, cheio de letrinhas coloridas, se mexendo, com mensagens de carinho e amor.
Sobre a possibilidade de fechar o Facebook no Brasil, Mark descarta. “Não irei censurar os brasileiros de usarem a rede, mas criarei um manual de comportamento”.
Ao ser interrogado sobre o Facebook está se transformando em um Orkut, no Brasil, Mark disse que não existe diferença entre as redes sociais, a diferença está em quem usa. “Qualquer serviço na Internet que tenha usuários brasileiros, em grandes proporções, vira um problema”, disse.

Lente de contato para diabéticos

23 de mai. de 2012




Você ja imaginou uma lente que regula sua diabetes?

Elas funcionam assim: as lágrimas que cobrem os olhos normalmente para mantê-los limpos e umedecidos servem para medir alterações de níveis de açúcar no corpo da pessoa. Caso ocorram mudanças nos níveis, a lente de contato mudará de cor. A própria pessoa, obviamente, não tem como olhar para os próprios olhos o tempo todo, mas nada que um smartphone com câmera não resolva!

As lentes já estão em desenvolvimento há vários anos, e os únicos exemplares que existem são apenas protótipos ainda não aprovados para uso humano, no entanto, se as pesquisas continuarem prosseguindo bem como tem sido, em aproximadamente 3 anos poderemos contar com essas lentes no mercado.


 









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