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Universo resolvido através de “estrelas impossíveis”

10 de ago. de 2012

Mistério do Universo foi resolvido através de “estrelas impossíveis” com massa 300x a do Sol


Os cientistas chegaram a uma teoria que poderia resolver um mistério sobre a massa das estrelas.


Em 2010, cientistas da NASA descobriram 4 estrelas que superavam absolutamente tudo o que já tinha sido observado – elas possuíam massa 300 vezes maior que a do Sol, sendo duas vezes maior do que os astrônomos julgavam ser possível.

Agora, pesquisadores da Universidade de Bonn, Alemanha, dizem que as estrelas que são partes da Grande Nuvem de Magalhães, 160.000 anos-luz de distância da Terra, podem ter adquirido grande massa devido a fusões e aquisições.

Até 2010, pesquisadores imaginavam que o limite de massa para as estrelas recém-nascidas deveria ser 150 vezes a do Sol. Este valor representava um limite universal e parecia aplicar-se em todas as estrelas em formação.

“Não apenas o limite superior de massa, mas a massa inteira de qualquer conjunto de estrelas recém-nascidas parecia ser idêntica, independente do local do nascimento estelar”, declarou o professor Dr. Pavel Kroupa da Universidade de Bonn, coautor do estudo, em entrevista ao portal britânicoDailyMail.

O processo de nascimento de uma estrela parecia ser sempre o mesmo e universal. Mas, as estrelas no sistema R136 na Grande Nuvem de Magalhães, mostrou que o limite teorizado estava errado.



O grupo de cientistas de Bona modelou as interações entre as estrelas encontradas. Em seguida, simulações de computador foram efetuadas montando o aglomerado de estrelas em um modelo inédito, permitindo o máximo de proximidade com o aglomerado, criando um conjunto com 170.000 estrelas.

No início das pesquisas computacionais, o cientista Seungkyung creditou que as estrelas possuíam ‘massas normais’. Para calcular como isso mudou o sistema relativamente básico ao longo do tempo, o modelo teve de resolver as equações mais de 510.000 vezes. A simulação foi complicada, levando em consideração reações nucleares com liberação de energia, fatos ocorridos em colisões estelares.

“Uma vez que estes cálculos foram feitos, rapidamente se tornou claro que as estrelas supermassivas não são nenhum mistério”, disse Sambaran, um dos responsáveis pela criação do modelo computacional.

“Com tantas estrelas massivas muito próximas em pares binários, há inevitavelmente encontros aleatórios, alguns dos quais resultam em colisões onde duas estrelas se aglutinam em objetos mais pesados. As estrelas resultantes podem facilmente acabar por se tornar ultramassiva como no sistema R136”, relatou o cientista.

Apesar dos cálculos extremamente complicados e da Física avançada envolvida para entender os processos de colisões entre as estrelas de grande massa, os dados são suficientes para formular um novo entendimento sobre o que ocorre com estrelas 300 vezes a massa de nosso Sol.

Saiba mais!

Sua forma não é bem definida, mas possui traços que lembram um espiral. Estima-se que a Grande Nuvem de Magalhães tenha sido há bilhões de anos, um dos braços da espiral da Via Láctea que teria se ‘soltado’, tornando-se uma galáxia sem forma definida.A Grande Nuvem de Magalhães é um tipo de galáxia considerada “anã-satélite”. Ela orbita a Via Láctea e possui o diâmetro 20 vezes menor do que nossa galáxia, além de ter 10 bilhões de estrelas.

Esta “nuvem” é um terreno fértil para a formação de novas estrelas. O local com maior formação estelar é conhecido como ‘Nebulosa da Tarântula’ com 1.000 anos-luz de diâmetro, onde foram encontradas as quatro estelas supermassivas.

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Quer mudar de planeta?

1 de jul. de 2012


É muito comum nos dias de hoje, ouvir alguém dizendo que está de saco cheio das coisas que vê nesse planeta e que não quer mais viver aqui. Bem, segundo alguns holandeses dizem, logo será possível.

Uma empresa holandesa está prometendo construir uma colônia no planeta até 2023. Conforme o fundador da empresa, Paul Verhoeven, quatro astronautas serão os responsáveis por criar uma colônia habitável em Marte.

Os planos da Mars One já estão calculados: Daqui quatro anos a empresa pretende lançar um satélite de comunicações para Marte; em 2018, dois anos depois, será determinado o local para a construção; em 2020 o material será enviado para o planeta, como placas solares, geradores de oxigênio, etc.

Enfim, no dia 14 de setembro de 2022, será lançado um foguete com os quatro astronautas que irão fundar a colônia. Achou ousado esse plano? Pois bem, o fundador não. Os planos de Verhoeven não param por aí, a cada dois anos um casal de astronautas serão enviados ao Planeta vermelho para construir família no local.

A empresa já disse como pretende arrecadar dinheiro para tamanha construção, tudo será obtido através da venda dos direitos de transmissão das missões como também por patrocínio de grandes companhias.

Loucura? Talvez, mas não deixa de ser uma ideia interessante.

Fonte :  Mashable

Atlântida: lenda ou realidade?

6 de jun. de 2012



Atlântida (ou Atlantis) é uma lendária ilha – ou continente – cuja primeira menção conhecida é a do filósofo grego Platão, em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida”.



Possível planeta é descoberto por brasileiro

30 de mai. de 2012


Nem só pelo carnaval o Brasil será lembrado. Um planeta pode ter sido identificado por um brasileiro.

Há muitos anos, astrônomos e estudiosos especulam sobre a possível existência de um planeta escondido além da órbita de Netuno. Agora, um astrônomo brasileiro diz ter encontrado evidências que dão embasamento para a teoria de um novo planeta no sistema solar.

Conhecido como “Planeta X” ou “Nibiru” segundo crenças populares, o suposto corpo celeste identificado pelo astrônomo seria cerca de quatro vezes maior que a Terra, do tamanho de Netuno, e orbitaria o Sol há uma distância de aproximadamente 225 bilhões de quilômetros.

A essa distância, o planeta em questão seria quase invisível, mas segundo o brasileiro Rodney Gomes, astrônomo do Observatório Nacional do Brasil, ele estaria se fazendo notar ao perturbar as órbitas dos chamados objetos do cinturão de Kuiper.

“Cerca de meia dúzia dos objetos do cinturão de Kuiper estão em órbitas estranhas em relação a onde deveriam estar, com base nos atuais modelos de sistemas solares”, disse Gomes em uma reunião da Sociedade Astronômica Americana, realizada em Oregon, no inicio de maio.

Nada é realmente conclusivo e existem muitos estudos a serem feitos ainda para ter a certeza da existência do novo planeta, mas já é um começo para que a descoberta seja melhor pesquisada

 









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