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Episódio perdido de Phineas e Ferb

4 de set. de 2012


Phineas and Ferb é um desenho animado da Disney Channel, criado por Dan Povenmire e Jeff Marsh. O que não se sabe sobre essa série é que ambos os criadores odeiam o monopólio da Disney e o conceito verdadeiro do show vai além de um mero desenho infantil; um episódio sobre o conceito original do Dr. Heinz Doofenshmirtz foi produzido secretamene por boa parte do pessoal, que correu o risco de ser despedido, inclusive os dubladores originais.

O episódio foi roubado e postado por um anônimo em um pequeno fórum de desenho animado que costumo visitar. Por um momento, pensei que o arquivo fosse um vírus, já que meu computador começou a zumbir como se estivesse gravando um CD quando eu cliquei no vídeo. Mas o filme começou normalmente.


Chaves o episódio perdido

14 de jun. de 2012

Chaves é uma comédia mexicana que ganhou uma incível popularidade nos países americanos de língua espanhola, e também na Espanha, no Brasil e nos Estados Unidos. A série mostra as aventuras de Chaves - um orfão, interpretado pelo criador do programa, Roberto Gómez Bolaños, e os outros moradores da vila em que vive.


A lenda:
"Você já viu aquele episódio em que o Chaves finge que foi atingido por um carro? Na época em que a TV Mexicana transmitia episódios inéditos da série, depois que esse episódio passou ocorreu uma pausa e a série só voltou 4 meses depois. Mas o que aconteceu durante esses 4 meses? Bolãnos aparentemente havia filmado o que deveria ser o episódio final de Chaves, e ele era mais ou menos como esse episódio supracitado.





A Menina e seu cachorro

12 de mai. de 2012

 

Uma pequena garota estava sozinha em casa com seu cachorro para a proteger. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.


Ela decidiu deixar a janela destrancada e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume em baixo da cama.
No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida de seu cachorro e então voltou a dormir. Ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida de seu cachorro e volta a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.


Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, o som dos pingos foi ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando. Ela chega no banheiro e liga a luz. Ela é recebida por um horrível sinal; pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.


Alguma coisa no espelho do banheiro chamou sua atenção e ela virou. Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras "HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER"




Fazendo contato com Deus

 
Em 1983, um grupo de  cientistas profundamente religiosos conduziu um experimento radical num local desconhecido. Os cientistas haviam teorizado que um ser humano sem acesso a qualquer sentido ou forma de receber estímulos seria capaz de perceber a presença de Deus. 
Eles acreditavam que os cinco sentidos obscureciam nossa percepção da eternidade, e sem eles um humano poderia de fato estabelecer contato com Deus através dos pensamentos. 
Um homem idoso, que havia declarado não ter “nada mais pelo que viver”, foi o único voluntário para o teste. Para privá-lo de todos os sentidos, os cientistas realizaram uma complexa operação, na qual todas as conexões dos nervos sensoriais com o cérebro foram cirurgicamente interrompidas.

Apesar do voluntário ainda possuir pleno controle muscular, não possuía mais visão, audição, paladar, olfato ou tato. Sem qualquer maneira de se comunicar com ou até mesmo notar o mundo ao seu redor, ele estava sozinho com seus pensamentos.

Os cientistas o monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado mental em sentenças confusas que ele nem mesmo podia ouvir. Após quatro dias, o homem declarou estar ouvindo vozes abafadas e ininteligíveis em sua cabeça. Assumindo que aquilo era o princípio de uma psicose, os cientistas deram pouca atenção às reclamações do homem. Dois dias depois, o homem gritou que conseguia ouvir sua esposa falecida conversando consigo, e não parava por ai: ele conseguia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam totalmente convencidos, até que a cobaia começou a dizer os nomes dos parentes mortos deles. O homem continuou a dizer informações pessoais dos cientistas que só os companheiros e parentes falecidos deles poderiam saber. Nesse ponto, uma considerável parte dos cientistas abandonou o estudo.

Após uma semana conversando com os mortos através dos seus pensamentos, o voluntário ficou angustiado, dizendo que as vozes estavam opressivas. A todo momento em que estava desperto, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes, que se negavam a deixá-lo sozinho. Ele
frequentemente se jogava contra a parede, tentando induzir alguma resposta através da dor. Ele suplicou aos cientistas por sedativos para que pudesse escapar das vozes dormindo. Essa tática funcionou por três dias, até que ele começou a ter terríveis pesadelos. A cobaia disse repetidas vezes que podia ver e ouvir os mortos em seus sonhos.

Apenas um dia depois, o voluntário começou a berrar e arranhar seus olhos inúteis, tentando sentir alguma coisa no mundo físico. A cobaia histérica passou a dizer que as vozes estavam ensurdecedoras e hostis, falando sobre o inferno e o fim do mundo. Em certo ponto, ele gritou “nenhum paraíso, nenhum perdão” por cinco horas ininterruptamente. Ele continuamente pedia para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava próximo de estabelecer contato com Deus.

Após outro dia, o voluntário não conseguia mais formar sentenças coerentes. Aparentemente louco, ele começou a arrancar nacos de carne de seu braço a mordidas. Os cientistas rapidamente correram para dentro da câmara de teste e o prenderam numa mesa, para que assim ele não pudesse se matar.

Após algumas horas preso, o homem parou de lutar e gritar. Ele encarava o teto cegamente, enquanto lágrimas corriam silenciosas por sua face. Por duas semanas, a cobaia precisou ser manualmente reidratada devido ao choro constante. Eventualmente, ele virou o rosto e, apesar de sua cegueira, o homem fez contato visual focado pela primeira vez no estudo. Ele sussurrou “eu falei com Deus, e Ele nos abandonou” e seus sinais vitais cessaram. Não havia nenhuma causa de morte aparente.

Acordando de Madrugada

           

A Mansão Foster Para Amigos Imaginários: O episódio perdido

4 de mai. de 2012




OK, pra começar, devo dizer que estou realmente confusa e assustada com o que aconteceu. Estava com alguns amigos anteontem, relembrando coisas que fazíamos na nossa infância, quando em algum momento comentaram sobre um de meus desenhos favoritos: A Mansão Foster Para Amigos Imaginários.  Bateu aquele sentimento nostálgico, e então resolvi procurar alguns episódios pra baixar. Assisti todos os episódios de todas temporadas, mas ficou faltando o ultimo episódio da série: “Adeus ao Bloo”. Procurei-o por todos os lugares, mas não encontrei nada. Fiquei frustrada, pois queria muito saber como tudo acabaria.

Decidida a tentar mais uma vez, procurei o final do desenho. Não me lembrava de ter assistido aos últimos episódios quando ainda eram transmitidos na TV. Encontrei o download de um episódio intitulado “O Mundo de Frankie”. Curiosamente, a descrição dizia ser o episódio final, por isso deixei a curiosidade me dominar e baixei-o em meu laptop.

Coloquei o vídeo em tela cheia e comecei a assistir, me sentindo como uma criança de 8 ou 9 anos novamente. Tudo começou normalmente, linhas surgindo e entre essas linhas uma mansão aparecendo, Mac correndo por esta, seguindo assim a abertura normal. Logo depois, o episódio iniciou-se com um dia comum na Mansão; ao fundo podia ver Sr. Coelho, furioso, e Frankie discutindo como sempre, Bloo estava bagunçando a mansão enquanto a garota levava toda a culpa.

Frankie teria de limpar toda a sala de jantar, não podendo sair de lá até que terminasse o serviço. Eu não tinha visto nada demais naquilo, mas quando ela chegou lá, estava tudo lambuzado de sangue, e ninguém sabia o porquê. Ela parecia aborrecida, mas ficou lá limpando enquanto Sr. Coelho olhava pra ela com um olhar triunfante.

Quando Frankie terminou, parecia que já era noite. O estranho é que não havia nenhuma luminária na sala de jantar. Ela soltou um suspiro e foi tentar abrir uma das portas, mas parecia estar emperrada. Tentou a outra, também não abria. Frankie começou a ficar confusa. Percebi que palavras escritas com sangue surgiam nas paredes; as palavras eram “Acorde Frankie”. Uma música estranha começou a tocar, fazendo com que eu sentisse um calafrio correr na espinha. A musica era triste e assustadora ao mesmo tempo. Notei que Frankie estava ficando tensa.

A maçaneta da porta começou a girar; um vulto de um coelho segurando algo apareceu. Era Sr. Coelho, com um saco pairando em suas mãos. Frankie, muito assustada, perguntou o que tinha dentro.

“Não quero mais bagunças por aqui, aquela peste azul não nos incomodará mais.”

Bloo estava morto, dentro daquele saco.

"O QUE MADAME FOSTER ACHARÁ DE VOCÊ AGORA?"

Frankie gritou assustada com lágrimas rolando. Sr. Coelho deu um sorriso malicioso, aquele sorriso ainda me assombra. De repente, o corpo de Madame Foster fica a mostra... Seu corpo estava dentro do saco junto ao de Bloo. Frankie não sabia o que fazer. Sr. Coelho disse com uma voz sombria: "Já limpei quase toda a sujeira desta mansão, mas ainda falta uma...". Nessa hora, ele tirou uma faca do bolso de seu jaleco e foi chegando cada vez mais perto de Frankie. Ela, assustada, pegou uma cadeira e jogou nele, fazendo com que ele caísse no chão. Duas pernas da cadeira se quebraram, Frankie as pegou enquanto Sr. Coelho, com raiva, se levantava.

No momento em que o coelho foi acerta-la com a faca, Frankie se protegeu usando uma das pernas da cadeira, de modo que a faca se prendeu; a garota chutou Sr. Coelho para longe. Frankie matou-o com uma facada na cabeça. A cena começou a se distorcer, pude ouvir gritos vindos de uma mulher enquanto na tela passavam imagens de adolescentes esquizofrênicos.

Foi então que as coisas ficaram mais estranhas. A imagem ficara em preto e branco, e eu pude ver Frankie agachada, observando uma senhora com uma faca na cabeça rodeada de sangue. A tela escureceu e pude ouvir em sussurros: “A mansão nunca existiu... Frankie é esquizofrênica...Não acredite em tudo que vê...”. Então apareceu uma imagem em preto e branco com os personagens principais da mansão, todos sorridentes, com aquela musica triste e assustadora tocando ao fundo. Em seguida, o episódio termina.


Fiquei tão assustada que comecei a tremer. Exclui o episódio do meu computador, desliguei-o e, suando frio, fui pra cama. No dia seguinte acordei mais calma, decidi fazer o download do episódio novamente; precisava gravar aquilo ou pelo menos mostra-lo aos outros para ter certeza se eu não estava mesmo imaginando coisas. Mas não podia fazer o download; o Megaupload havia sido fechado. 
                
Por mais que eu procure, não encontro este episódio em outros sites; poderia ser apenas um fan-made, mas os traços eram extremamente idênticos aos traços do desenho oficial, digo o mesmo sobre a dublagem. Às vezes me pergunto se mais alguém assistiu a esse episódio...

[Creepypasta extraída do blog www.jiigoku.blogspot.com.br]




 









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